Palestras Gratuitas
Divulgando a Psicanálise em empresas e instituições
Ampliando a proposta de divulgação da Psicanálise, os analistas membros da clínica do CEP oferecem palestras gratuitas a empresas e instituições interessadas.
Conheça alguns temas disponíveis e entre em contato para solicitar uma palestra para sua empresa ou instituição. Outros temas também podem ser desenvolvidos de acordo com a demanda.
Temas Disponíveis
Desde seus primórdios a psicanálise se esforçou para a compreensão da singularidade de cada sujeito. Nesse sentido, a cura não é extirpar o mal mas revelar um conflito oculto. A psicanálise atribui sentidos aos sonhos e sintomas. Eles são uma solução de compromisso, uma forma de expressar desejos e conflitos psíquicos. Como a psicanálise encontra traduções no aparente sem sentido do sintoma? Como o sujeito está implicado nessa manifestação? Percorrer um breve caminho pelos conceitos que estruturam o saber psicanalítico como: sonho, sintoma, inconsciente, neuroses, transferência e repetições e elaborações.
Bruno Marone
Psicanalista com formação pelo CEP - Centro de Estudos Psicanalíticos. Sua experiência clínica conta com uma passagem pelo NUPAS - Núcleo de Psicanálise e Ação Social. É analista em consultório particular em atendimento de adultos, adolescentes e crianças. É analista da Rede de Atendimento Psicanalítico do CEP. Atua na clínica pública EscutaCRUSP em atendimento psicanalítico a estudantes da moradia social da USP.
A escuta, como um dos pilares básicos da clínica psicanalítica, convoca a livre associação de ideias, reflexões e manifestações daquele que se propõe à auto análise. Já a educação — ato impossível postulado por Freud — se coloca como insucesso constitutivo por não objetivar a apresentar falhas. A escuta da clínica, por um outro lado, dispõe-se às falhas e apresenta ao sujeito seus contrapontos entre ideal e desejo.
André Linn
Diretor de escola, psicanalista especialista em Semiótica Psicanalítica pelo Programa de Pós Graduação em Comunicação e Semiótica da PUC/SP, autor em material didático de vídeo documentário e membro da Rede de Atendimento Psicanalítico – Clínica do CEP.
- • O que é psicanálise?
- • Quais são os seus benefícios?
Fernanda Nader Sodré
Pedagoga e Psicopedagoga formada pelo instituto Sedes Sapientiae. Autora em material didático da Editora Moderna. Professora e Psicanalista formada pelo Centro de Estudos Psicanalíticos. Membro da Rede de Atendimento Psicanalítico – Clínica do CEP.
Fenômeno recorrente na clínica psicanalítica, a mentira não surge sem um simbolismo que a sustente. Por que os pacientes mentem em análise? Qual a escuta oferecida para este tipo de discurso? Esta palestra procura discutir a função que a mentira tem para o paciente.
Marcia Schivartche Goldstein
Formada em educação pela USP. Psicanalista formada pelo Sedes Sapientiae. Mestre e Doutora em psicologia clínica pela PUC-SP.
A violência contra a mulher do ponto de vista da psicanálise exige um olhar para além do ato físico, pensado nas tramas do inconsciente, no desejo e nas estruturas de poder que moldam a subjetividade. Nesse sentido, é possível pensar através do pensamento psicanalítico, como a cultura é estruturada por uma lógica fálica, de poder. A violência não é apenas um "descontrole", mas uma tentativa do agressor de reafirmar uma posição de domínio que ele sente estar ameaçada. Outro aspecto importante abordado por um conceito freudiano fundamental, diz respeito a compulsão a repetição. Muitas vezes, tanto agressores quanto vítimas estão presos a padrões relacionais, reproduzindo traumas infantis ou dinâmicas familiares não elaboradas. Para além das questões sociais inegáveis em várias situações, por que é tão difícil sair de uma relação violenta? É crucial analisar como a violência desestrutura o psiquismo da mulher, levando-a a um estado de desamparo, condição fundamental de impotência e vulnerabilidade do ser humano, originada na imaturidade biológica do recém-nascido e persistindo como base da angústia humana.
Célia Maria Silveira Teixeira
Psicóloga formada pela UFRJ e especialista em Psicologia Social, pós-graduada em Sócio Psicologia pela FESPSP, psicanalista formada pelo CEP e integrante da Rede de Atendimento Psicanalítico – Clínica do CEP.
Como a psicanálise pode ajudar o jovem que sofre bullying? O bullying é uma forma de violência que o adolescente sofre em diversas camadas: corporal, emocional, sexual, social, etc... A clínica tem papel importante em acolher esse sujeito acuado. A escuta como testemunha do mal desproporcional. A dupla analista-analisando desvela a situação disfarçada em busca de saídas possíveis e a simbolização do trauma.
Bruno Marone
Psicanalista com formação pelo CEP - Centro de Estudos Psicanalíticos. Sua experiência clínica conta com uma passagem pelo NUPAS - Núcleo de Psicanálise e Ação Social. É analista em consultório particular em atendimento de adultos, adolescentes e crianças. É analista da Rede de Atendimento Psicanalítico do CEP. Atua na clínica pública EscutaCRUSP em atendimento psicanalítico a estudantes da moradia social da USP.
O Burnout é hoje um dos maiores desafios dentro das organizações, impactando diretamente na produtividade, clima e bem-estar. Mais do que excesso de trabalho, trata-se de um esgotamento profundo, físico e emocional. A psicanálise oferece um espaço de escuta e reflexão que permite compreender as causas desse desgaste, ressignificar experiências e recuperar a saude mental e emocional das pessoas nos ambientes corporativos e nas instituições.
Maurício Carneluti
Psicanalista especializado em clínica psicanalítica no Instituto Sedes Sapientiae e no Centro de Estudos Psicanalíticos de São Paulo. Atuo como psicanalista e docente junto ao projeto do Latesfip/USP de Composição do Campo Psicanalítico em Moçambique. Sócio da Mais Saber Educação, empresa onde atuo no desenvolvimento humano dentro de corporações e instituições de ensino.
Qual o peso que você carrega? O que ocupa nossos dias além das 24h? Por que a carga mental é mais uma tarefa feminina?
Anna Karina Brockes
Escritora, publicitária e psicanalista formada pelo CEP, SEDES e com pós- graduação em psicanálise winnicottiana pela PUC-PR. Anna é uma estudiosa dos temas femininos e de toda a subjetividade que abarca esse universo lindo e complexo.
A pandemia de Covid-19 vem sendo um desafio em diversas áreas. Dentre elas, destaco a sustentação de uma clínica psicanalítica realizada exclusivamente online. Recorrerei ao pensamento de Winnicott, mais precisamente a noção de espaço potencial e o uso de objeto. Da prática clínica, destaco as consultas terapêuticas para abordar o tema.
Márcia Campos
Psicanalista, integrante da Rede de Atendimento Psicanalítico – Clínica do CEP, doutora em Psicologia Clínica pela PUC-SP.
A psicanálise entende o sintoma como uma mensagem codificada de um sofrimento não nomeado. Nesse sentido, o que os cortes auto infligidos estão dizendo sobre esse sujeito? O que ele não corta na vida familiar e social que necessita de um corte corporal? Qual dor não encontra simbolização ou escoamento que precisa ser drenada em sangramento? A clínica psicanalítica pode ajudar a pessoa a integrar seus limites e metabolizar a dor através de vivências mais elaboradas e criativas.
Bruno Marone
Psicanalista com formação pelo CEP - Centro de Estudos Psicanalíticos. Sua experiência clínica conta com uma passagem pelo NUPAS - Núcleo de Psicanálise e Ação Social. É analista em consultório particular em atendimento de adultos, adolescentes e crianças. É analista da Rede de Atendimento Psicanalítico do CEP. Atua na clínica pública EscutaCRUSP em atendimento psicanalítico a estudantes da moradia social da USP.
Como a prática da psicanálise pode receber sujeitos que encaram o envelhecimento e proximidade da morte? O espaço terapêutico como guardião das memórias vivenciadas ao longo da vida do analisante. Um tempo que passou mas continua vivo. A dupla analítica sondando desejos que ainda podem ser desejados, caminhos que ainda podem ser traçados. Despertar para vida ao mesmo tempo que se elabora as agonias da finitude.
Bruno Marone
Psicanalista com formação pelo CEP - Centro de Estudos Psicanalíticos. Sua experiência clínica conta com uma passagem pelo NUPAS - Núcleo de Psicanálise e Ação Social. É analista em consultório particular em atendimento de adultos, adolescentes e crianças. É analista da Rede de Atendimento Psicanalítico do CEP. Atua na clínica pública EscutaCRUSP em atendimento psicanalítico a estudantes da moradia social da USP.
No processo de envelhecimento, nosso desejo, nossas emoções e sentimentos também envelhecem?
Ana Lucia Garbin
Assistente Social pela PUC/SP e Psicóloga pela UniPaulistana/SP, com especialização em Semiótica Psicanalítica pelo Cogeae PUC/SP, Formação em Psicanálise pelo CEP – Centro de Estudos Psicanalíticos/SP, participante como analista da Rede CEP de atendimento clínico.
Celular na escola, entre as crianças do ciclo básico, é uma realidade. Uma realidade incerta, como toda realidade. As pesquisas mais recentes sobre o uso de celulares na escola sugerem que o seu uso pode ter efeitos positivos e negativos no desempenho acadêmico dos alunos. A palestrante se propõe, a partir de conceitos da psicanálise, a discutir com educadores, pais e alunos sobre essa realidade escolar.
Patrícia Cerqueira Guterman
Psicanalista pelo Centro de Estudos Psicanalíticos (CEP); integrante da Rede de Atendimento Psicanalítico – Clínica do CEP; pós-graduanda em Psicanálise de Bebês, Crianças e Adolescentes pelo Instituto Espe; membro do Núcleo de Formação Permanente de Infância e Adolescência do CEP.
Na atualidade, a infelicidade neurótica divide espaço com outros sofrimentos, por exemplo, as várias formas de adição química, comportamentos workaholic, vício digital, uso excessivo dos cartões de crédito, transtornos alimentares e manifestações psicossomáticas, além de respostas erópticas em uma modalidade selfie do existir. Um dos articuladores dessas ocorrências aponta para um estado de mal-estar do silêncio, próprio da contemporaneidade, que produz ruídos para ensurdecer a experiência do estar-em-si.
José Luiz C. Dias Tavares
Psicanalista pelo Centro de Estudos Psicanalíticos-SP e integrante da Rede de Atendimento Psicanalítico – Clínica do CEP ; doutor em Medicina pela Universidade Federal Estado de São Paulo; pós-doutor em Medicina pelo Imperial College-UK; mestrando em Literatura e Crítica Literária pela PUC-SP.
Destinado aos pais e educadores, pretende-se discutir quais são os papéis de cada um desses atores na educação e formação de crianças e adolescentes. Como a Psicanálise pode ajudar nessa diferenciação e nessas relações?
Célia Maria Teixeira
Psicóloga formada pela UFRJ e especialista em Psicologia Social, pós-graduada em Sócio Psicologia pela FESPSP, psicanalista formada pelo CEP e integrante da Rede de Atendimento Psicanalítico – Clínica do CEP.
Desde Freud, se escreve utilizando material produzido em análise para aquilo que se costuma chamar de estudo de caso. Qual a ética subjacente a este tipo de escrita? Estariam os pacientes à vontade para autorizar o uso de seu material? Este material é de fato dos pacientes? Se faz necessário solicitar autorização para incluir este tipo de material na escrita de casos? Nesta palestra, iremos discutir essas e outras questões relacionadas ao disfarce e à confidencialidade do material clínico.
Marcia Schivartche Goldstein
Formada em educação pela USP. Psicanalista formada pelo Sedes Sapientiae. Mestre e Doutora em psicologia clínica pela PUC-SP.
A experiência em casos difíceis levou Sándor Ferenczi ao estudo das dimensões do trauma na subjetividade. Negligência (a criança mal acolhida) e abuso (confusão de línguas) não são eventos isolados, mas sim, processos traumáticos que mortificam os vínculos e percepções do sujeito. O trauma para Ferenczi se completa em três tempos: no indizível em que não há simbolização, no testemunho em que a pessoa busca dividir seu fardo e no desmentido em que sua dor não é reconhecida pelo outro. Como a empatia, o acolhimento e a elasticidade da técnica podem constituir a clínica do testemunho e ampliar a psicanálise a novos pacientes.
Bruno Marone
Psicanalista com formação pelo CEP - Centro de Estudos Psicanalíticos. Sua experiência clínica conta com uma passagem pelo NUPAS - Núcleo de Psicanálise e Ação Social. É analista em consultório particular em atendimento de adultos, adolescentes e crianças. É analista da Rede de Atendimento Psicanalítico do CEP. Atua na clínica pública EscutaCRUSP em atendimento psicanalítico a estudantes da moradia social da USP.
O que você sabe sobre a sua história antes de você ser você? Qual a história do seu nome? Quem te nomeou? A psicanálise atual, cada vez mais, se depara com sujeitos à deriva de suas histórias originárias. E isso é um problema: ao não saber se narrar, o diagnóstico médico entra nesse vácuo. Crianças, adolescentes, adultos, hoje, são uma doença do DSM (sigla em inglês para manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais) para, só assim, conseguir se dizer quem são. A psicanalista argentina Alba Flesler conta a história da paciente que, ao chegar para sessão, se apresenta com o nome de um transtorno (Eu sou bipolar). Ao que Alba respondeu: “Poxa, eu achei que fosse Laura!” Aqui, a palestrante se propõe a conversar com adolescentes, adultos, sobre a importância de a pessoa narrar a sua história, para dizer: “Quem sou eu, o que sou, o que eu tenho”.
Patrícia Cerqueira Guterman
Psicanalista pelo Centro de Estudos Psicanalíticos (CEP); integrante da Rede de Atendimento Psicanalítico – Clínica do CEP; pós-graduanda em Psicanálise de Bebês, Crianças e Adolescentes pelo Instituto Espe; membro do Núcleo de Formação Permanente de Infância e Adolescência do CEP.
A partir da escuta clínica de adolescentes, podemos olhar a adolescência por outro ângulo, o que irá possibilitar uma visão e uma escuta diferenciada para aquilo que chamamos de “Crise da Adolescência”.
Elaine Tasso
Psicanalista pelo CEP, pós-graduada em Neuro-psicopedagogia pela FACON. Especialização em Psicanálise com crianças e adolescentes com foco em doenças psicossomáticas pelo Hospital das Clínicas – Instituto da Criança e do Adolescente. Fez formação no Núcleo de Psicoses e no Núcleo de Crianças e Adolescentes pelo CEP. Integrante da Rede de Atendimento Psicanalítico – Clínica do CEP e atua em consultório particular atendendo adultos, crianças e adolescentes.
Vamos falar a respeito?
Abrir espaço para poder falar sobre um tema tão sensível e cercado de tanto silêncio, pode salvar vidas. No ambiente de trabalho e nas instituições de ensino, muitas vezes os sinais de sofrimento passam despercebidos, e falar sobre o assunto com acolhimento faz toda a diferença.
Maurício Carneluti
Psicanalista especializado em clínica psicanalítica no Instituto Sedes Sapientiae e no Centro de Estudos Psicanalíticos de São Paulo. Atuo como psicanalista e docente junto ao projeto do Latesfip/USP de Composição do Campo Psicanalítico em Moçambique. Sócio da Mais Saber Educação, empresa onde atuo no desenvolvimento humano dentro de corporações e instituições de ensino.
Pretende-se, nessa proposta interdisciplinar, apresentar noções básicas de neurociência, em particular a ação dos neurotransmissores nas emoções humanas e como os psicofármacos interferem nesses processos. Combinando os conhecimentos de ambas disciplinas para uma melhor compreensão dos processos que envolvem a mente, o inconsciente e a bioquímica do cérebro e, desta forma, melhorarmos nosso mecanismo de escuta analítica.
Deise Zamboni
Mestre em Ciências (modalidade Química – USP), especialização em Psicofarmacologia, Neurociências e Homeopatia e integrante da Rede de Atendimento Psicanalítico – Clínica do CEP.
Um olhar psicanalítico sobre o suicídio, desmistificando tabus e silêncios.
Camila Igari
Psicanalista, mestre e doutora em Educação: Psicologia da Educação pela PUC-SP e integrante da Rede de Atendimento Psicanalítico – Clínica do CEP.
Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional é um distúrbio emocional com sintomas de EXAUSTÃO extrema, ESTRESSE e esgotamento físico resultante de situações de trabalho desgastante, com muita competitividade, e METAS DIFICEIS. Muitas vezes, traumas antigos do sujeito são acionados nessas situações. Os conceitos de EU IDEAL e do IDEAL DO EU são revisitados nessa palestra a fim de verificar como a Psicanálise poderá auxiliar o SER em sua subjetividade a suportar tais situações.
Deise Zamboni
Mestre em Ciências (modalidade Química – USP), especialização em Psicofarmacologia, Neurociências e Homeopatia e integrante da Rede de Atendimento Psicanalítico – Clínica do CEP.
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